Grupo de Acolhimento e Integração – GAI

Reuniões abertas ao público interessado nas atividades psicoeducacionais da ABRATA, que têm como objetivo acolher as pessoas novas, formação de vínculo com os serviços oferecidos, orientá-las quanto à instituição e integrá-las ao ambiente da sede e do serviço de voluntariado. É condição para a participação nos Grupos de Apoio Mútuo e para o exercício do voluntariado.

Acontece quatro vezes por semana no período da tarde e à noite.

A ABRATA atua no conceito do acolhimento e integração que promove e implica na abertura de portas para todas as pessoas que nos procuram e que apresentam a depressão e o transtorno bipolar, assim como aos seus familiares na promoção do acesso as atividades oferecidas pela Associação, além de um dos mais importantes fatores para a estabilidade da pessoa com transtorno mental que é a adesão ao tratamento.

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Destaques

Seja um Voluntário ABRATA

A ABRATA seleciona candidatos para o trabalho voluntário que estão disponíveis para doar seu talento, tempo e trabalho para a prestação do serviço voluntário ao próximo. Não há necessidade de experiência em lidar com os familiares e as pessoas com transtorno bipolar e depressão, basta apenas ter a vontade e o desejo de ajudar.

Campanha “Pode Contar”

A campanha "Pode Contar", é uma iniciativa do Laboratório Sanofi-Medley, com o apoio da ABRATA, que visa ajudar, com empatia, pessoas que lhe sejam próximas e colaborando para o enfrentamento da depressão. É também um canal de ajuda para quem apresenta depressão, fornecendo informações sobre os sintomas, causas, como lidar, e acima de tudo: como fazer para pedir ajuda e não se "sentir sozinho".

Campanha “Depressão Bipolar, está na hora de falar sobre isso”

Depressão bipolar: está na hora de falar sobre isso” é a mais nova campanha da Daiichi Sankyo, que tem o apoio da ABRATA - Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos. O objetivo é conscientizar a população em geral sobre a importância da depressão bipolar, doença que atinge mais de seis milhões de brasileiros e depende de melhor diagnóstico e tratamento adequado.