BIPOLARIDADE

 

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O drama da atriz Catherine Zeta Jones, de 43 anos, é o mesmo de milhares de outras pessoas em todo o mundo que, invariavelmente, desconhecem a causa da esmagadora oscilação de humor que caracteriza a doença. “Se minha revelação sobre meu transtorno bipolar encorajar uma pessoa a procurar ajuda, então isso já valeu a pena”, explicou a estrela, e completou: “Não há necessidade de se sofrer silenciosamente e não é uma vergonha procurar ajuda.”

Um mapeamento mundial sobre o transtorno, publicado em março de 2011 na revista Archives of General Psychiatry, mostrou que mais da metade dos doentes – 57% – não recebe tratamento. As informações são do site da Associação Brasileira de Psiquiatria e o estudo aponta que 2,4% das pessoas sofre com este problema em todo o mundo.

A pesquisa mostrou ainda que, entre os brasileiros bipolares, apenas 42,7% procuraram a ajuda de um especialista para entender e tratar o distúrbio. A análise foi feita com mais de 60 mil pessoas em 11 países, incluindo Brasil, EUA e China.

A publicação indica que o transtorno bipolar pode ser mais incapacitante do que o mal de Alzheimer e até mesmo de alguns tipos de câncer, uma vez que, em comparação aos outros doentes, os bipolares podem sofrer anos com os prejuízos da doença sem ao menos conhecê-la.

Simples mau humor x doença: como diferenciar

Entre os sintomas mais evidentes do transtorno bipolar estão oscilações de humor, depressão, agressividade, irritabilidade ou o contrário – euforia, empolgação e impulsividade excessivas. Mas se este tipo de sentimento acontece com todo mundo, como diferenciar os sintomas entre acontecimentos corriqueiros de uma doença mais grave?

De acordo com a especialista Doris Hupfeld Moreno, psiquiatra assistente e pesquisadora do Programa Doenças Afetivas do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Ipq-HCFMUSP), “quem não tem sintomas grave, sente que a vida flui”. Em outras palavras isso significa que, para uma pessoa normal, nenhum destes sintomas é tão acentuado a ponto de trazer prejuízos graves à vida pessoal ou profissional.

Ela enfatiza que a variação de humor muito frequente deve ser vista com atenção: “Oscilação de humor não é algo normal. É preciso buscar a causa, seja ela uma tensão pré-menstrual, uma depressão ou algo mais grave”, explica.

A psicóloga e terapeuta de casal e família Miriam Barros explica que o bipolar costuma exibir comportamentos que destoam da sua personalidade. “É aquela pessoa mais retraída que, do dia pra noite, passa a ser altamente sociável; que começa a ter impulsos de consumo e se endividar; alguém mais apático que passa a demonstrar euforia inexplicável ou energia exagerada, acompanhada de ideias grandiosas.”

Ela acrescenta que as pessoas que convivem com um bipolar podem identificar os sintomas mais facilmente do que o próprio: “É aquele indivíduo que você nunca sabe como vai encontrar, não sabe se ela vai sorrir pra você, dar uma ‘patada’, ou se vai estar profundamente desanimado.”

Segundo Mirian, a doença é predominantemente genética e normalmente aparece na fase da adolescência, desencadeada por episódios traumáticos ou estressantes como perdas, separações ou decepções.

A doutora indica atenção redobrada às pessoas que têm na família casos de distúrbios mentais. Ela enfatiza que a ajuda dos parentes e amigos é muito importante para auxiliar o bipolar na detecção da doença e encorajá-lo a buscar ajuda.

Negar a doença só complica o quadro

As especialistas são unânimes em afirmar que o diagnóstico do transtorno bipolar é algo complexo e, muitas vezes, é prejudicado pelo próprio paciente, que se nega a acreditar que tem algum tipo de problema. De acordo com Doris, o que complica mais ainda são os picos de euforia:

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“Geralmente, as pessoas só procuram um médico quando sentem sintomas de depressão. Já quando têm crises de euforia, acham que é algo normal e que são capazes de tudo.”  Doris Hupfeld Moreno

Segundo a psiquiatra, nestas condições a pessoa fica com a mente acelerada e fisicamente mais energizada, pensa demais, tem muitas ideias, não consegue relaxar e gasta o máximo de energia que pode. Além disso, nota-se uma maior impulsividade, que pode se refletir no abuso de álcool e drogas e no aumento da libido.

Para ela, este é outro fator complicador, pois algumas pessoas chegam a acreditar que são dependentes químicas ou viciadas em sexo, quando a raiz do problema é outra. “Hoje sabemos que isso traz um impacto negativo sobre o cérebro e, quanto antes a pessoa se tratar, mais ela o protegerá de um possível envelhecimento precoce“, explica.

Doris afirma que a ausência de tratamento pode prejudicar os relacionamentos e também a vida profissional: “Mesmo uma pessoa com transtorno bipolar leve tem irritabilidade e acaba causando intrigas. Isso pode minar a capacidade de ser um bom pai ou um bom parceiro, e também irá trazer problemas no trabalho, pois, por mais que essa pessoa se especialize e encha o currículo, sem medicação ela terá dificuldade de usar 100% do seu potencial.”

Tratamento adequado, vida normal

A psicóloga Miriam enfatiza que, por ser uma doença que desencadeia reações químicas, não há como restringir o tratamento somente à psicoterapia. “O psiquiatra irá receitar a medicação ideal para o paciente. Geralmente, são utilizados estabilizadores de humor, combinados às sessões de terapia.”

Por ser uma doença crônica, o acompanhamento deve ser constante, e a doutora explica que o paciente também deve prestar atenção aos hábitos do dia a dia e viver em busca de uma vida menos estressante, tentando driblar as tensões: “Atividades como ioga e meditação são boas alternativas para ajudar a pessoa a encontrar seu equilíbrio e evitar o estresse, que é o que desencadeia as crises. Também é preciso dormir a quantidade de horas certa e se alimentar bem. Enfim, fazer coisas pensando em não exigir muito do corpo”, observa.

As especialistas ressaltam a importância da ajuda de um profissional, que vai diagnosticar o paciente da maneira adequada e dará andamento ao tratamento, permitindo que o bipolar leve uma vida normal. “Os sintomas são muito diversos, mas um especialista consegue distinguir isso e ensinar os pacientes a lidar com os sintomas. Quando isso acontece, é muito bonito, porque a pessoa aprende a diferenciar os sentimentos“, finaliza a doutora.

Fonte: Por Danielle Barg – jornalista – http://saude.terra.com.br

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A ABRATA seleciona candidatos para o trabalho voluntário que estão disponíveis para doar seu talento, tempo e trabalho para a prestação do serviço voluntário ao próximo. Não há necessidade de experiência em lidar com os familiares e as pessoas com transtorno bipolar e depressão, basta apenas ter a vontade e o desejo de ajudar.

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Depressão bipolar: está na hora de falar sobre isso” é a mais nova campanha da Daiichi Sankyo, que tem o apoio da ABRATA - Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos. O objetivo é conscientizar a população em geral sobre a importância da depressão bipolar, doença que atinge mais de seis milhões de brasileiros e depende de melhor diagnóstico e tratamento adequado.

Livros – Depressão Bipolar um Guia Abrangente

Os autores abordam a neurobiologia e a genética, a depressão bipolar em crianças e considerações relativas a suicídio, discutindo abordagens de tratamento específicas, desde o uso do lítio e de drogas anticonvulsivantes até intervenções psicológicas, com base nas pesquisas mais atuais sobre o assunto.

12 Comentários

  1. edson jose onezorg de souza 20 de janeiro de 2014 às 21:16 - Responder

    Tenho o transtorno e estou um pouco estranho, ultimamente, eu faço terapia a quase um ano e quatro meses estou fazendo o o tratamento medicamentoso após ter sido diagnosticado pelo psiquiatra, mas agora eu perdi boa parte do meu interesse sexual e as vezes meu corpo do nada parece estar todo quebrado e ainda pareço ficar mais irritado que antes, talvez por não ter superado o preconceito meu e da minha familia.

    • Equipe Abrata 24 de janeiro de 2014 às 21:57 - Responder

      Prezado Edson

      O tratamento do transtorno bipolar requer um acompanhamento continuado não só com o psicólogo como também com o psiquiatra. Mesmo que a pessoa esteja tomando os medicamentos regularmente, pode haver mudanças no humor e na energia e o psiquiatra pode precisar fazer ajustes nos remédios, mesmo que por um tempo limitado.

      Seus sintomas, cf relatados, sugerem que você pode estar precisando de ajustes em sua medicação, portanto, sugerimos que volte o quanto antes ao seu psiquiatra, assim você pode evitar uma piora do seu quadro.

      Abraços fraternos
      Equipe ABRATA

  2. Cristina Oliveira 21 de janeiro de 2014 às 12:00 - Responder

    Parabéns pela matéria. São publicações assim, que enfatizam sintomas que são sinais da doença, indicam pessoas famosas que mesmo bipolares, tem uma vida profissional e pessoal, que facilitam o assumir o diagnóstico, incentivam o tratamento.
    Se couber uma sugestão, a divulgação e/ou incentivo de matérias que envolvem arte e bipolar, mostra um lado além do possível de se viver com a doença, a sensibilidade adicional que temos e que pode ser canalizada para a arte. Tipo assim – dando um colorido no processo. Grata.

    • Equipe Abrata 21 de janeiro de 2014 às 19:49 - Responder

      Prezada Cristina

      Obrigada pelo contato e pela sugestão. Muito bem vinda!

      Caso vc tenha artigos sobre a temática, ou mesmo site para pesquisa, nos envie!

      Abraços
      Equipe ABRTA

  3. FABIO 15 de março de 2014 às 09:26 - Responder

    Parabéns a toda equipe Abrata , por uma matéria tao esclarecedora. Tenho transtorno bipolar e fui diagnosticado ao 17 anos , porém por resistência minha e da família não dei continuidade ao tratamento e acabei sofrendo muito com isso, causando danos desastrosos em todos os sentidos a mim e a minha família, e só com 27 anos quando tive uma crise de depressão profunda e tive que aceitar a doença e me tratar de verdade, hoje tem 7 anos que faço terapia, tomo meus remédios regularmente e já tem 6 anos que não tenho crise, e posso dizer com toda segurança , que o melhor tempo da minha vida foi a partir da estabilização causada pelo tratamento. Hoje sou feliz, mesmo sendo bipolar !

    • Equipe Abrata 19 de março de 2014 às 12:17 - Responder

      Caro Fábio

      Obrigada po compartilhar com a ABRATA e os leitores do BLOG sobre a sua experiência de sucesso no tratamento e aceitação da doença.

      Grande abraço
      Equipe ABRATA

  4. Ana 24 de março de 2014 às 20:37 - Responder

    Olá Equipe Abrata! Eu tenho 23 anos e infelizmente percebo em mim vários desses sintomas, o mais acentuado é o estado introspectivo. Fui diagnosticada com esse transtorno quando tinha 17 anos por um psicólogo, mas quando fui encaminhada ao psiquiatra, este me disse que eram problemas da adolescência . Mas até hoje eu percebo uma perturbação constante de pensamentos e humor e nunca estou em sintonia com as pessoas ao meu redor, parece que sou diferente. Eu faço acompanhamento psicológico no SUS, mas não consigo levar muito a sério…As vezes fico um tempo sem ir, volto quando realmente as coisas apertaram muito. Tenho um relacionamento distanciado da minha família e colegas, muitos acham que sou grossa ou infantil,irresponsável. Já tive muitos problemas com as pessoas (família, colegas) e não consigo manter nenhum tipo de relacionamento (não consigo conversar nem mesmo com meus professores). Estou cursando Administração fora da cidade onde minha família reside e meu rendimento e proatividade diminuem sempre porque estou sempre muito confusa a ponto das pessoas me pressionarem a sair dos grupos, faço parte de atividades de extensão da faculdade e toda vez que eu tenho que enfrentar alguma situação é como se o mundo fosse acabar, é muito angustiante. Como tudo isso começou a afetar minha vida profissional eu busco um acompanhamento mais efetivo e gostaria de saber se vocês têm algum tipo de atendimento. Agradeço e peço desculpas pelo enorme comentário!

    • Equipe Abrata 25 de março de 2014 às 12:05 - Responder

      Olá Ana

      Em primeiro lugar, gostaria de expressar a minha empatia com a dor que você tem experimentando ao longo do tempo. O Transtorno do Humor muitas vezes começa como uma ferida invisível, e você, como muitos outros, descobriram que ela pode levar a uma ferida visível, o corte em sua vida em vários aspectos. Em segundo lugar, deixe-me felicitá-la pela sua busca de orientações e apoio sobre o que fazer e como continuar o seu percurso de vida. Em terceiro lugar e principalmente, lhe orientamos a procurar um psiquiatra para vc se consultar e buscar um caminho no sentindo de esclarecer o diagnótico. Tenho ou não tenho transtorno bipolar? O que posso vir a ter? Como agir? Como me cuidar?
      Com o apoio médico psiquiátrico vc receberá esclarecimentos e desejamos que tenha uma mais vida plena, realizando os seus estudos, relacionando com amigos, com a família, enfim vivendo a sua juventude, produtivamente e mais feliz.

      Buscar o apoio de um psicólogo também lhe fará bem, receberá oreintações em como lidar com as situações do dia a dia, com menos estresse emocional envolvido. E, caso confirme o diagnóstico de transtorno bipolar, procure ampliar os seus conhecimentos acerca da doença.

      A ABRATA não oferece atendimento médico e psicológico. Oferecemos a psicoeducação por meio dos Grupos de Apoio Mútuo, para portadores e familiares, em momentos separados, como também palestras psicoeducacionais e o Grupo Interetividade. Os Grupos de Apoio Mútuo acontecem toda terça e quinta-feiras. Os demias grupos acontecem 02 vezes por mes. Veja a agenda no site ou inscreva-se para o Grupo de Acolhimento via telefone. Tel: (11) 3256-4831 de 2ª a 6ª feira das, 13h30 às17h00. Após partiviapr do Grupo de Acolhimento, vc se inscreve no Grupo de Apoio Mútuo para portador.
      Link: http://www.abrata.org.br/new/agenda.aspx

      Conte sempre conosco.
      Abraços
      Equipe ABRATA

  5. Maiara 8 de agosto de 2014 às 17:54 - Responder

    Boa tarde!

    Sinto- me leve depois de um diagnostico que ouvi ontem, minha mãe é bipolar. A vida ineira me senti rejeitada pela minha mãe, sempre hostil, egoista, não demonstrava carinho e amor…eu sofri muito, mas sempre tentava colocar na cabeça que era o jeito dela, a personalidade dela, e eu devia aceita-la assim. As vezes achava que ela sentia inveja de mim, não ficava feliz com as minhas conquistas. Sempre colocava a culpa em mim, de tudo que acontecia, nunca admitia suas fraquezas, nunca se desculpou por ter magoado alguem.
    Minha mãe se trata no Hospital das Clinicas a 10 anos, seu tratamento teve inicio por ser diagnosticada ter sindrome do panico e depressão, mas eu nao entendia, tanto tempo de tratamento e ela continuava grossa, estupidae fria…
    Agora diagnosticaram o transtorno bipolar, tudo que estou lendo, vejo o que vivo com minha mãe. Para mim foi um fardo que saiu de minhas costas, a vida inteira achava que ela não me amava, busquei a terapia porque me tornei uma adulta carente e com algumas inseguranças. Mas serei livre disso e minha mãe também, agora que começou um novo tratamento, com nova medicação.
    Minha mãe me ama, ela só é bipolar.

    • Equipe Abrata 10 de agosto de 2014 às 20:11 - Responder

      Olá Maiara

      Um dos aspectos lamentáveis, em relação à doença bipolar, é que muitas pessoas passam anos com um diagnóstico errado ou mesmo sem qualquer diagnóstico. Isto significa que o seu tratamento é inadequado ou inexistente. O seu estado mental deteriora-se, a sua saúde física também pode sofrer consequências, além de que as suas vidas e as vidas daqueles que as rodeiam podem sofrer danos incalculáveis.

      Maiara muito sensível o seu depoimento além de ser uma declaração de muito afeto e respeito pela sua mãe. Nos emocionou! Siga em frente com o tratamento e no apoio a sua mãe. Aproveitamos para convidar vc e a sua mãe para participar dos Grupos de apoio mútuo para familiares e portadores. Assim vc poderão conhecer pessoas que vivenciam experiências parecidas com as que vc viveu e com as experiências vividas pela sua mãe. Entre em contato por telefone e faça a sua inscrição, inicialmente, para o Grupo de Acolhimento. Tel: (11) 3256-4831 de 2ª a 6ª feira das, 13h30 às 17h00

      Grande abraço!
      Equipe ABRATA

  6. Alessandra 1 de março de 2017 às 15:12 - Responder

    Moro em Novo Hamburgo / RS. Existe ABRATA ou outro grupo por aqui?
    Obrigada.

    • Equipe Abrata 1 de março de 2017 às 19:00 - Responder

      Prezada Alessandra.

      A ABRATA tem sua sede apenas na cidade de São Paulo e o Núcleo ABRATA Litoral na cidade de Santos-SP.
      Encontramos alguns endereços nos quais você deve solicitar informações porque desconhecemos o trabalho que oferecem.
      São eles:

      PORTO ALEGRE – GAPB (grupo de apoio aos parentes e pacientes bipolares), no Hospital de Clínicas de PORTO ALEGRE. A reunião será às terça, 19 horas na sala 160 (em frente ao Banco do Brasil). Não é necessário retirar senha, mas chegar 15 minutos antes do início.
      Grupo de Apoio a pacientes com Transtorno Bipolar (GAPB)
      Reuniões mensais na terceira terça-feira, às 19 h – Sala 160, térreo
      Informações: http://gapb.wordpress.com/
      Telefone: (51) 3359.8846
      e-mail contatogapb@gmail.com
      O que? Reunião GAPB: “Mas afinal, o que é o Transtorno Bipolar?“
      Quando? Dia 13.05.2014 às 19h
      Onde? Sala 160, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (Rua Ramiro Barcelos, 2350).
      Quanto? a palestra é gratuita;
      Como? Basta chegar 15 min antes das 19h, apresentar-se na recepção central do hospital (em frente ao Banco do Brasil) e pedir para ser direcionado para a reunião do GAPB – na sala 160.
      Atenção: Não é necessário inscrição e não fornecemos certificado.

      Caxias do Sul
      • Aufta – Caxias do Sul – Associação de Usuários, Familiares, Trabalhadores e Amigos da Saúde Mental de Caxias do Sul
      E-mail: Tatiana.almada@gmail.com
      Fone: (54) 3028-8027
      Contato: Adão Ivan Vanin Froes

      Lajeado
      • Associação Nova Vida CAPS
      E-mail: sesa.caps@lageado.rs.gov.br
      Fone: (51) 3982-1125
      Contato: Vânia

      Porto Alegre
      • AFAB – Associação de Familiares, Amigos e Bipolares de Santa Maria
      E-mail: afabsm@pop.com.br ; marthanoal@yahoo.com.br
      Endereço: Av. Roraima – Cidade Universitária – Bairro Camobi
      Telefone: (55) 3220-8148
      Objetivos e forma de atuação: oferecer aos portadores de transtorno afetivo uma abordagem terapêutica mais integrada, baseada num modelo biopsicossocial que contemplem, muito além do tratamento clínico, os aspectos psicológicos, educacionais, familiares e sociais do problema; promover melhor qualidade de vida aos portadores de transtorno afetivo bipolar e seus familiares; desfazer preconceitos ainda existentes em relação aos portadores de sofrimento psíquico, através da inserção e da associação na comunidade vinculada ao ambulatório de humor do hospital universitário de Santa Maria, que conta com o auxílio de profissionais interdisciplinares que desenvolvem diversas atividades.

      • AGAFAPE – Associação Gaúcha de Familiares de Pacientes Esquizofrênicos e Demais Doenças Mentais
      Web: http://www.agafape.org.br
      E-mail: agafape@brturbo.com / agafape@agafape.org.br
      Endereço: Rua dos Andradas, 1560, 6º Andar – Galeria Malcon, Centro, Porto Alegre, CEP: 90.020-010
      Fone: (51) 3225-0395
      Contato: Juracy Maria A. Junqueira Bizzi
      Objetivos e forma de atuação: Congregar familiares e representantes legais de pacientes portadores de esquizofrenia e demais doenças mentais, a fim de somar esforços para que seja proporcionada aos mesmos uma melhor qualidade de vida; Propugnar pela reintegração do paciente à família e à sociedade, valorizando-o como indivíduo e incentivando, sempre que possível sua participação nas atividades da associação; Reivindicar, quando se fizer necessário, aos poderes públicos responsáveis, medidas indispensáveis à manutenção e ao aprimoramento de tratamento indicado.

      CAPS) Centro de Atenção Psicossocial Santo Afonso
      Rua Babaçu, 58
      Novo Hamburgo, RS
      93320-650
      Brasil
      Obter orientação

      +55 51 3580-1297.

      Abs.
      Equipe ABRATA.

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